domingo, 5 dezembro, 2021

TL conseguiu imunizar 866 crianças e adolescente na Campanha Multivacinação

Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Coordenação de Imunização, divulgou os resultados do Dia “D” da Campanha de Multivacinação que foi realizada em todas as Unidades de Saúde da Família (USF) no sábado (16) com o intuito de atualizar a carteira de vacinação de criança e adolescentes menores de 15 anos de idades.

De acordo com o setor, compareceram no Dia “D” 1.568 crianças e adolescentes, sendo que desses, 654 precisaram se vacinar e os demais, já estavam com a Carteira Nacional de Vacinação em dia.

Além disso, desde o início da Campanha, em 14 de outubro, a SMS conseguiu imunizar 866 crianças. Apesar disso, Humberta Azambuja, que é coordenadora de Imunização da SMS, diz que ainda faltam cerca de 1.150 crianças e adolescentes a serem vacinadas.

CONSEQUÊNCIA DE NÃO VACINAR CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Além da questão de saúde da própria criança e adolescente que, sem a devida imunização, está exposto a diversas doenças que podem até levar à morte ou ter sequelas por toda a vida, a Lei  Nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, prevê o parágrafo primeiro de seu artigo 14, traz que “é obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias”, além disso essa determinação do ECA está relacionada com uma questão de responsabilidade social coletiva.

Outro ponto, é que não caso de não vacinação de seus filhos, a atitude ilegal pode causar danos a terceiros. Não se tratando de um direito do pai em escolher, mas do direito da criança de receber a vacina, ou seja, os pais não podem dispor desse direito do filho.

Juristas alegam, ainda, que os pais que se recusarem, por motivos injustificados, a vacinar seus filhos, no tocante aos casos recomendados pelo Ministério da Saúde, podem ser responsabilizados legalmente, se houver uma denúncia de maus tratos ou de negligência.

PRINCIPAIS VACINA OBRIGATÓRIAS

Meningite ACWY

Devem receber uma dose todos os adolescentes de 11 e 12 anos de idade como reforço ou como dose única, a depender da situação vacinal encontrada. Mesmo que o adolescente tenha recebido a vacina meningocócica C, ele deverá receber a meningocócica ACWY, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

Hepatite A

Essa vacina tem dose única e serve para evitar a inflamação do fígado, causada por um vírus transmitido por meio de água e de alimentos contaminados. Apesar de existir a hepatite fulminante, que pode levar à morte, ela não é tão frequente. Já a comum não apresenta complicações.

Poliomielite

A vacinação contra a poliomielite, antigamente conhecida como paralisia infantil, consiste em 3 doses intramusculares (aos 2, 4 e 6 meses) e duas doses de reforço orais (aos 15 meses e aos 4 anos).

Essa doença é causada por um vírus também transmitido por alimentos e água contaminada, além do contato com pessoas infectadas. Felizmente a doença já foi erradicada em diversos países devido à vacinação obrigatória.

Febre amarela

A febre amarela é causada pela picada de um mosquito afetado pelo vírus. Quando a pessoa infectada apresenta sintomas, o quadro costuma ser preocupante e representa grande risco à saúde. Para se prevenir dessa doença é preciso tomar a vacina por volta dos 9 meses e reforçar a dose a cada 4 anos aproximadamente (Obs: não há mais reforço de 4 em 4 ou 10 em 10 anos). Geralmente a vacinação logo no início da vida da criança é feita apenas quando ela reside em área de risco.

Por: Assessoria PMTL

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