Por recomendação médica, Bolsonaro suspende agenda política em julho

Foto: Antonio Augusto/STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficará em repouso domiciliar durante o mês de julho. A decisão segue recomendação médica após complicações de saúde que incluem crises recorrentes de soluços, vômitos, pneumonia e dificuldades para se alimentar e falar. A informação foi divulgada nesta terça-feira (1º) em boletim assinado pelos médicos Claudio Birolini e Leandro Echenique, e compartilhada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

De acordo com o comunicado, o afastamento visa a “completa recuperação da saúde do ex-presidente”, que ainda se recupera de uma cirurgia realizada em abril e de uma internação prolongada. “Durante esse período, ele ficará afastado de suas atividades habituais, incluindo agendas públicas e atividade político-partidária, retornando tão logo esteja plenamente restabelecido”, informa a nota médica.

Na manhã desta terça, Bolsonaro enviou uma mensagem a aliados no Congresso cancelando reuniões e visitas previstas para esta semana. “Por exigência médica não irei ao PL nessa terça-feira. Crise de soluços e vômitos me impedem de falar. Obrigado. Jair Bolsonaro”, diz o texto encaminhado a parlamentares.

Segundo apuração da CNN, o ex-presidente começou a se sentir mal ainda na segunda-feira (30) e, por orientação médica, não compareceu à sede do Partido Liberal nesta terça. A expectativa é que ele também não participe de nenhuma agenda nesta quarta-feira (2).

Bolsonaro tem enfrentado problemas de saúde recorrentes desde que deixou a Presidência. Em ocasiões anteriores, ele já havia sido internado por complicações intestinais e crises similares às relatadas no boletim mais recente.

Por: Redação Enfoque

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